Release: Sequelas da Covid-19: escaras podem ser tratadas com oxigenoterapia hiperbárica

Internações hospitalares por Covid-19 no Brasil duram, em média, 22 dias, segundo pesquisa realizada pelo Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Nos leitos de UTI, a permanência média é de 11,6 dias. Mesmo pessoas que se recuperaram do novo coronavírus podem precisar de tratamentos após a saída do hospital, sendo que uma das sequelas mais comuns são as úlceras por pressão. Também conhecidas como escaras, são feridas na pele que aparecem quando o paciente passa muito tempo deitado em uma mesma posição. Nos casos mais graves, a oxigenoterapia hiperbárica é indicada como tratamento complementar para acelerar o processo de cicatrização.

As sessões de oxigenoterapia hiperbárica são realizadas com prescrição médica e duram cerca de 2 horas. O paciente respira oxigênio 100% puro e pressurizado dentro de Câmaras Hiperbáricas. Com isso, a taxa de oxigênio no sangue aumenta em até 20 vezes e chega às áreas afetadas, atuando na recuperação de tecidos e vasos sanguíneos.

Pacientes das regiões de Bauru e de Marília podem realizar o tratamento nas clínicas da Oxibarimed Medicina Hiperbárica. O tratamento é regulamentado no Brasil desde 1995 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e está dentro do rol de procedimentos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Por isso, tem a cobertura dos planos de saúde.

De acordo com a médica hiperbarista Larissa Passerotti, a procura por tratamento de úlceras de pressão tem aumento significativamente durante a pandemia. “Devido ao longo período que muitos pacientes têm ficado hospitalizados por Covid-19, temos o registro de muitos casos de úlceras por pressão. Felizmente, a oxigenoterapia hiperbárica tem auxiliado esses pacientes a se recuperam mais rapidamente”, afirma.

A médica explica que as úlceras por pressão surgem mais frequentemente nas áreas do corpo com proeminência óssea, como costas, laterais do quadril, cóccix, nádegas, cotovelos, calcanhares e atrás da cabeça. No entanto, outras regiões também podem ser afetas.

O tratamento com oxigenoterapia hiperbárica pode ser feito mesmo enquanto o paciente ainda está internado. No caso de Covid-19, é importante que o paciente não esteja usando respirador mecânico, o que impossibilitaria seu deslocamento até a câmara hiperbárica.

Sobre a Oxibarimed

Com início das atividades em 2005, a Oxibarimed Medicina Hiperbárica conta com duas clínicas instaladas em Bauru e Marília. Nesse período, mais de 3 mil pacientes já foram atendidos para tratar feridas de difícil cicatrização, lesões do pé diabético, úlceras de varizes, infecções ósseas, lesões causadas por radioterapia, enxertos comprometidos, problemas de cicatrização em cortes cirúrgicos, queimaduras graves, Síndrome de Fournier (infecção por bactérias na região genital), entre outras doenças. Mais informações: www.oxibarimed.com.br